Colaboração internacional pode impulsionar mensuração de resultados em psicoterapia

28 de janeiro de 2020

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – O aumento nos índices mundiais de ansiedade e depressão torna os cuidados com a saúde mental uma preocupação do século 21, sendo necessário criar estruturas e aplicar recursos públicos para a atenção em psicoterapia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a depressão afete 322 milhões de pessoas no mundo. No Brasil, atinge 11,5 milhões de pessoas (5,8% da população), enquanto distúrbios relacionados à ansiedade afetam mais de 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população).

Nesse cenário, grupos de pesquisa em psicoterapia clínica de diferentes países ou regiões podem obter avanços significativos ao incorporar ferramentas de avaliação de resultados comuns. A geração de dados a partir de metodologias semelhantes permitiria a adoção de tecnologias avançadas de análise, como machine learning (que permite analisar uma grande quantidade de informações por métodos estatísticos, de modo a encontrar padrões de repetição que permitam fazer determinações ou predições, por exemplo).

O tema foi discutido por especialistas de diferentes orientações dentro da psicoterapia – entre elas comportamental, cognitivo comportamental e humanista – durante a São Paulo Schools of Advanced Science in Mental Health and Evidence-Based Intervations, realizada no fim de 2019, na cidade de Amparo (SP).

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